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Agenda BH

Mix Rock Festival vai tremer o Mineirão
em Belo Horizonte com as 20 maiores
bandas do pop rock nacional
Nos dias 26 e 27 de agosto, sábado
e domingo, o Mix Rock Festival, pela
primeira vez, vai trazer para a capital
mineira os 20 maiores representantes
do pop rock do Brasil no templo mineiro
do futebol. O Mineirão receberá desde
ícones dos anos 80 até as novas
revelações desse ritmo e promete agitar
todas as tribos no maior festival já
promovido em terras mineiras. Serão mais
de 24 horas de pura música.


O mega evento é uma realização da Rádio Mix FM e tem o patrocínio da Coca-Cola,
Talk da Telemig Celular, Motorola e apoio da Lokamig
A Rádio Mix FM está preparando uma estrutura para surpreender todo o público.
A maior novidade são dois palcos montados um ao lado do outro, somando mais de 40
metros de boca de cena. “Toda a estrutura será dobrada, eliminando assim o tempo
de troca entre os shows e possibilitando surpresas e encontros inesperados entre
duas bandas”, afirma o diretor artístico do Mix Rock Festival, Felipe Barreto.

“No festival da Mix, todas as bandas vão se apresentar no palco principal, ou melhor,
nos dois. Os fãs vão ficar cara-a-cara com o seu ídolo interagindo com as bandas através
de uma passarela na frente dos palcos”, completa. Em cada dia do Mix Rock Festival
serão dez apresentações que começam às 16h30. Os portões do Mineirão serão abertos
às 15 horas.



Atrações
No sábado (26 de agosto), vão se revezar nos palcos: Biquíni Cavadão, Charlie Brown Jr.,
Cidade Negra, CPM 22, Detonautas, Hateen, Kamikaze, Pato Fu, Skank e Titãs.
Já no domingo (27 de agosto), será a vez de Armandinho, Capital Inicial, Dead Fish,
Kid Abelha, Los Hermanos, Lulu Santos, Paralamas do Sucesso, O Rappa, Tianastácia
e Tihuana.

:: ARMANDINHO
Depois de dois discos lançados, que juntos superam a marca 130 mil cópias vendidas,
o cartão de visitas do gaúcho de 36 anos, queimado de sol e amante das ondas e das
pranchas é o CD “Armandinho ao Vivo”. Gravado na bela Camboriú (SC), o álbum revela
o que muita gente já sabe: Armandinho é um hitmaker de mão cheia. Dono de um público
cativo que canta suas músicas de cor, Armandinho chega seguro ao terceiro disco. Sem
se preocupar com rótulos, ele mira o foco em seu público. As letras falam de sua vida
e das coisas que ele viveu. Agora, é embarcar na levada de Armandinho e deixar a onda
te levar.

:: BIQUÍNI CAVADÃO
Com mais de 20 anos de carreira, o Biquíni Cavadão apresenta no Mix Rock Festival
o seu último trabalho. “Biquíni Cavadão Ao Vivo” é uma coletânea das músicas que fazem
parte da nossa memória afetiva, como o primeiro sucesso "Tédio" e outras como
"Timidez", "Impossível", "Zé Ninguém", "Janaína" e a versão da banda para "Chove
Chuva", de Jorge Ben Jor. É nas inéditas, porém, que o Biquíni Cavadão se mostra mais
revelador. As novas composições, parcerias com Gian Fabra e Manno Góes, constatam
que a veia poética e melódica do grupo se mantém firme e que o disco vai além de uma
viagem ao passado. É o caso de "Dani", que chegou a ser tema de um programa de
esportes em 2004, e das baladas "Vou Te Levar Comigo" e "Quanto Tempo Demora
Um Mês".

:: CHARLIE BROWN JR.
O Charlie Brown Jr. passou por uma metamorfose no início de 2005, mas não perdeu
sua identidade. Mesmo com a saída de três integrantes da banda, o vocalista Chorão
resolveu seguir em frente tomando a decisão de chamar outros músicos com afinidade,
técnica e vontade de encarar com humildade e respeito milhares de fãs. Chorão costuma
dizer que o Charlie Brown Jr. não é seu emprego, mas sim sua vida. Em 2006, a banda
deu início à temporada de shows que percorrerá o Brasil e o exterior apresentando
a energia e a vibração que, através da música, do skate e do graffiti, caracterizam
os espetáculos do Charlie Brown Jr. No Mix Rock Festival não será diferente, pois
a banda conhece muito bem o público mineiro.

:: CIDADE NEGRA
Desde o primeiro show, na Baixada Fluminense, dezoito anos atrás, o Cidade Negra
consolidou-se como um dos grandes e originais grupos de reggae brasileiros. Essa
característica se mantém em seu mais recente trabalho. “Cidade Negra”, oitavo álbum
do grupo, é um reggae bem pop, amaciado pela voz de Garrido, que dá o tom certo para
canções como “Obrigado”, “Além das Ondas” e “Dia livre”. Basta uma audição para estas
faixas se instalarem em nosso inconsciente e de lá não saírem mais nem arrastadas.
A primeira menciona Bob Marley para falar de amor (“Obrigado por você existir/ Por você
estar do meu lado), a segunda fala numa pedra no meio do oceano (“Seria Cortez? Afinal,
reggae e surfe rimam...”) e a terceira celebra a alegria da periferia (“No bar do Eduardo
Neguinho/ Onde a massa se encontra pra bater um futebol/ É domingo regado de sol”).
O Cidade Negra sabe bem que pop não é pecado.

:: CPM 22
Em 2001, o CPM 22 aparecia timidamente no cenário do rock nacional. Porém, músicas
cheias de vigor como “Regina Let´s Go”, “Tarde De Outubro”, “Anteontem” e “O Mundo
Dá Voltas” acabaram angariando a simpatia dos adolescentes e contagiando o país,
resultando em uma vendagem de 120 mil cópias. A prova de fogo veio com o segundo
disco, “Chegou A Hora De Recomeçar” (2002), sucesso com 180 mil cópias vendidas.
Dele, saíram faixas como “Desconfio”, “Dias Atrás”, “Especial Como Você”, “Ontem”
e “Não Sei Viver Sem Ter Você”. O tempo na estrada só trouxe melhorias ao grupo,
a começar por Badaui que além de estar mais solto, ampliando sua presença no palco,
agora obtém maior segurança para gritar e variar o vocal. É o que ele faz com tremenda
propriedade em “Pensamentos Negativos”, “Crise De Existência”, e “Reflexões” – que
funciona como um banho de sal grosso e promete arder nas feridas de muita gente.
Essas músicas fazem parte do álbum “Felicidade Instantânea” (2005).

:: CAPITAL INICIAL
O novo show do Capital Inicial é o mais político da carreira de Dinho Ouro Preto, Fê
Lemos, Flávio Lemos e Yves Passarel. E não poderia ser diferente. O grupo, criado
nos anos 80, em Brasília, está rodando o Brasil em um show com o repertório da banda
brasiliense Aborto Elétrico. Na primeira parte do show, o repertório se baseia em músicas
do Aborto: “Que País é Este?”, “Geração Coca Cola”, “Química”, “Conexão Amazônica”,
“Fátima” e as inéditas “Love Song” e “Anúncio de Refrigerante”. Na segunda parte
do show entra em cena o repertório dos últimos discos lançados pela banda (“Gigante”,
“Rosas e Vinho Tinto”, “Acústico MTV” e “Atrás dos Olhos”).

:: DEAD FISH
”Dedo no olho”. Esta seria uma boa tradução para o que a banda Dead Fish provoca.
Enquanto o cenário alternativo brasileiro cresce com bandas, festivais e milhares
de lançamentos independentes, o rock capixaba garante seu lugar ao som – e ao sol.
De álbum novo, com arranjos maduros, bem afiados, a banda apresenta agora um CD
cinza com energia positiva. “Um Homem Só” é o sexto álbum do Dead Fish e tem na mira
o indivíduo, trazendo algumas músicas que já mostram um rock que comunica com
determinação e lucidez.

:: DETONAUTAS ROQUE CLUBE
Um grupo que se formou no inusitado campo virtual da internet, batalhou e adquiriu
experiência nas garagens do rock underground, e hoje, dia após dia, show após show,
disco após disco, se firma como um dos maiores e melhores no cenário nacional. Esse
é o Detonautas Roque Clube: uma banda que produz um rock atual, numa química
perfeita entre sinceridade e atitude, e que, com muito trabalho e determinação,
conquista seu espaço e transmite sua mensagem. Formado por Tico Santa Cruz no vocal,
Renato Rocha e Rodrigo Netto nas guitarras, Tchello no baixo, Fábio Brasil na bateria
e o DJ Cleston nas pick ups e na percussão, o Detonautas Roque Clube traz na bagagem
três CDs - “Detonautas Roque Clube”, “Roque Marciano” e o mais recente,
“Psicodeliamorsexo&distorção”.

:: HATEEN
Influenciados pelo punk rock, hardcore e indie rock, o Hateen, formado na Zona Leste
de São Paulo em 1994 manteve um estilo próprio, principalmente em suas letras,
e por isso tem um grande envolvimento com seu público, que se identifica com elas.
A atual formação conta com o “hit maker” Rodrigo Koala (guitarra e vocal), Ricardo Di
Roberto, Japinha (bateria), Fernando Sanches (baixo) e Fabrízio Martinelli (guitarra).
Em 2006, o Hateen parte pra uma nova fase, com a inclusão de composições em
português e o trabalho de divulgação do seu mais novo trabalho “Procedimentos
de Emergência”.

:: KAMIKAZE
Após participar de uma coletânea da BMG “Rock Forte”, o Kamikaze gravou seu primeiro
álbum, em 1990, intitulado “Kamikaze II”, pela Cogumelo Records. Em 1994 o Kamikaze
se reunia novamente para gravar seis faixas, com diversas parcerias. Daí surgem “Meia
Noite”, “A Madrugada Só Mentiu”, “Não Volta Não”, “Proxenetas” e ainda “Nunca Se Viu”
e “Não Há Lugar”. No ano 2000 a Cogumelo Records lançava uma coletânea do Kamikaze,
resgatando o trabalho de uma das melhores bandas de rock do Brasil. Quatro anos
depois o Kamikaze volta à ativa para gravar um novo CD. O trabalho conta com diversas
parcerias, como Chico Amaral, Affonsinho (ex-Hanói-Hanói), o poeta Paulo Leminski
e o escritor Délcio Vieira Salomon, dentre outros nomes da cena cultural mineira.
O trabalho independente surge com treze novas canções autorais e uma regravação
de “She Drives Me Crazy” e vem assinado pelos próprios músicos do Kamikaze,
que não pouparam esforços no refinamento da qualidade do som.

:: KID ABELHA
Com 23 anos de estrada, o Kid Abelha gravou treze álbuns de estúdio, três ao vivo e 2
DVD´s ao vivo. À frente da banda, Paula Toller (cantora), George Israel (sax, violão
e vocais) e Bruno Fortunato (guitarra e violão), inscreveram várias canções na história
do pop rock nacional, sendo apontados como uma verdadeira “fábrica de hits”. Dois anos
e meio depois do mega-sucesso do “MTV Acústico”, o Kid Abelha lança o seu novo CD
de inéditas. “Pega Vida”, que tem um repertório consistente que continua a embalar
os seus fãs pela terceira década consecutiva, voltando a produzir momentos marcantes
na canção pop brasileira.

:: LOS HERMANOS
Quando Anna Julia estourou nas paradas, o Los Hermanos já era conhecido
no underground carioca. Em 1998, já com a formação atual, gravaram duas demos:
Amor e Folia e Chora, que aos poucos foram se espalhando. Em 2001, após a saída
do baixista Patrick - que não foi substituído oficialmente - o grupo lançou o álbum
“Bloco do Eu Sozinho”, mais reflexivo e elaborado que o primeiro CD. Após a falência
da Abril Music, Los Hermanos lançam em 2003, pela BMG, sua nova gravadora, o CD
“Ventura”, que vendeu 70 mil cópias. Em 2005 lança o “4”. O número denomina um disco
em que a intenção é ser simples. Em épocas anteriores havia uma intensidade
quantitativa no que se referia aos arranjos, em “4” a intensidade está nas lacunas.
É possível dizer que no “Bloco” as músicas se submetam aos arranjos, e que no “Ventura”
os arranjos se submetam às músicas, no “4” as músicas e os arranjos são uma só coisa,
não há distinção.

:: LULU SANTOS
Um dos mais populares artistas brasileiros Lulu Santos foi um roqueiro precoce.
Aos doze anos tocava com os Cave Man, banda de cover dos Beatles. Ao longo dos anos
de 1970, emprestaria sua guitarra ao Albatroz, Veludo Elétrico, Veludo e Vímana,
no qual tocou com o então flautista Ritchie e o baterista Lobão. Depois de um tempo
como músico free-lancer, estreou carreira solo, com o nome de Luís Maurício, lançando
um compacto. Em 1981, já como Lulu Santos, lançou o compacto com “Tesouros
da Juventude”, parceria com o jornalista e produtor Nelson Motta. Em 1982, lançou
seu LP de estréia, “Tempos Modernos”, cuja faixa-título se tornaria seu primeiro grande
hit. Depois disso o sucesso não mais parou. Em seu mais recente trabalho, o CD "Letra
e Música", lançado em 2005, produziu e arranjou 11 das 13 faixas presentes no álbum.
O disco traz diversas canções inéditas, como “Vale de Lágrimas”, “De Cor”, “Din-Don”
e “Circular”.

:: PARALAMAS DO SUCESSO
Três rapazes de classe média que tinham em comum o amor pelo rock, reggae e ska
– Herbert Vianna, Bi Ribeiro e João Barone – formaram Os Paralamas do Sucesso
no início dos anos 80 inspirados pela sonoridade de grupos como “The Police”,
“The Beat” e “The Specials”, que reciclavam os ritmos criados na Jamaica.
Impulsionados pelo talento e pelo interesse no nascente fenômeno do Rock Brasil,
gravaram o primeiro LP “Cinema Mudo”, em 1983, e estouraram com músicas como
“Vital e Sua Moto” e “Patrulha Noturna”. A partir disso Os Paralamas do Sucesso
fizeram uma grande carreira. Em fevereiro de 2001, por causa de um trágico acidente
Herbert Viana quase deixou a música brasileira de luto. Tem sido uma jornada difícil
desde então devido às seqüelas do acidente: Herbert está numa cadeira de rodas
e ainda não recuperou plenamente as funções cerebrais, mas nada disso o incapacitou.
Fazer música é o melhor remédio para Herbert Vianna.

:: PATO FU
O Pato Fu é uma banda da qual se espera tudo. Não qualquer coisa, mas tudo. Então não
custa nada lembrar: o Pato Fu é aquela banda de triunfos radiofônicos como “Depois”
e emocionais como “Canção Pra Você Viver Mais”. Seus discos vão do experimentalismo
pop de “Ruído Rosa” ao campeão de audiência “Televisão De Cachorro”. Seu “MTV
Ao Vivo” tem a classe de um concerto de orquestra de câmara e ao mesmo tempo
a festa de uma banda num clube lotado. É a única banda brasileira capaz de compor
e gravar uma música em japonês e ainda transformá-la em hit, “Made In Japan”.
Em seu último trabalho “Toda Cura Para Todo Mal”, Fernanda Takai mostra que atingiu
sua maioridade como cantora. Leva o ouvinte pra onde quer. Faz todo mundo bater
palmas e cantar “Uh Uh Uh, La La La, Ié Ié!”, pra depois engolir a emoção a seco
em “Sorte e Azar”.

:: O RAPPA
Banda carioca formada em 1993 por músicos que gostavam de reggae e música africana:
o baixista Nelson Meireles (produtor do Cidade Negra), o baterista Yuka e o guitarrista
Xandão (ambos ex-KMD5) e o tecladista Lobato (ex-Africa Gumbe). Por intermédio
de um anúncio de jornal, chegaram ao vocalista Falcão, que completou a formação
d'O Rappa. A banda gravou em 1994 seu primeiro disco, “O Rappa”, que passou
em branco pelas rádios. Em 1996, com Lauro Farias no lugar de Nelson, voltou
à carga com “Rappa Mundi”, que surpreendeu os ouvintes com uma poderosa fusão
de reggae, rock, samba e música africana com toques eletrônicos. Em novembro
de 2000, o baterista Yuka foi baleado em uma tentativa de assalto no Rio de Janeiro.
Lobato, o então tecladista da banda, assumiu a bateria e O Rappa voltou a tocar.
Depois de muito sucesso lançou o aguardado “Acústico MTV”, diferente de qualquer
outro projeto do grupo. O disco trouxe também novos arranjos, releituras de sucessos
antigos, além de duas inéditas "Na Frente do Reto e "Não Perca as Crianças de Vista".

:: SKANK
O Skank nasceu em 1991, em Belo Horizonte, a mesma cidade que deu ao mundo Milton
Nascimento e Sepultura. Ao centro da harmonia de um e a energia de outro, o grupo
começou movido pelo interesse em transportar o clima do dancehall jamaicano para
a tradição pop brasileira. Lançou seu primeiro álbum de forma independente - mas
o sucesso underground despertou o interesse da poderosa Sony Music. Seu segundo
disco, de 1994, foi o trampolim para o estrelato: mais de 1 milhão de cópias
de “Calango” e top-hits como "Jackie Tequila" e "Te Ver". O álbum abriu as portas
para uma nova geração de bandas brasileiras atentas às novidades do rock mundial e,
ao mesmo tempo, curiosa com as raízes da tradição local. Depois vieram “O Samba
Paconé”, “Siderado”, “Maquinarama”, “Ao Vivo Ouro Preto” e “Cosmotron”. O Skank
finaliza o seu sétimo disco de carreira, que já tem título definido - “Carrossel”.

:: TIANASTÁCIA
Se há um sinônimo rock´n roll para Belo Horizonte, é o Tianastácia. O primeiro CD
“Acebolado” saiu em 1996, com 15 faixas, destacando-se “Pingaoplim”. Em 1998,
já com a dupla Podé e Maurinho nos vocais a banda lançou o álbum “Tianastácia”,
cujas músicas de trabalho foram “Jesus Cristinho” e “Abriu os Olhos”. Em 1999 lançou
o “Tá Na Boa”, exibindo uma veia roqueira inspirada em Led Zeppelin, Black Crowes,
Pearl Jam, Mutantes, Secos e Molhados, Beatles e Stones. Destaque para a faixa
“Conto de Fraldas”. Em 2001 veio o trabalho mais diversificado. “Criança Louca”
é ora mais folk, ora distorcido, às vezes mais sério, outras galhofeiro, indo do blues
ao reggae, do Hard Rock ao Zen-Surfismo. Em 2005 lança o “Na Boca do Sapo tem
Dente”, com algumas parceiras como a de Rogério Flausino, Márcio Buzelin, Chico
Amaral, Paulinho Santos e Tom Zé. O Tianastácia apresenta no Mix Rock Festival
o seu mais recente trabalho. “Tianastácia ao Vivo” traz todo o carisma do grupo
e reúne os maiores sucessos de sua carreira.

:: TIHUANA
Formada em 1999 por Egypcio (vocal), Baia (percussão), Roman (baixo), Léo (guitarra)
e P.G. (bateria), o Tihuana é uma mistura de carioca, paulista, argentino e baiano que
fazem uma música criativa com uma pegada agressiva. A originalidade de suas letras,
a capacidade de criar melodias que ficam na cabeça das pessoas e a qualidade de suas
canções fizeram com que o grupo fosse descoberto pela gravadora Virgin. Com o quarto
CD lançado eles mostram que sempre se reinventam e neste disco inovam com toda
a força das guitarras. O Tihuana tem uma pitada de surf music, funk e musica latina,
sem esquecer das baladas, como a “Como Eu Queria”, que são marcas registradas
da banda.

:: TITÃS
Um dos maiores representantes do rock nacional o Titãs apresenta para o público do Mix
Rock Festival o seu mais novo trabalho. O CD “MTV Ao Vivo Titãs” é uma miscelânea
de pegadas rock, balada, punk e reggae. Branco Melo (baixo e vocal), Charles Gavin
(bateria), Paulo Miklos (vocal, gaita e guitarra), Tony Bellotto (guitarra) e Sérgio Britto
(vocal e teclado) relacionam-se naturalmente, nas músicas incluídas no “MTV Ao Vivo”,
com as diversas fases pelas quais passaram, momentos internos e externos da banda,
do mundo e do país. O resultado é a mistura de poesia, existencialismo e reflexão social,
em músicas que vêm fazendo sucesso desde o disco "Televisão" (1984), até o álbum
"Como Estão Vocês" (2003), além de três músicas inéditas: “Vossa Excelência”,” Anjo exterminador” e “ O inferno são os outros”.



Preços dos ingressos de Pista e dos Camarotes:
:: Pista
Passaporte 2 dias: R$65,00 (meia*) e R$130,00 (inteira)
1 dia: R$35,00 (meia*) e R$70,00 (inteira)

:: Camarote Oficial Burn
Passaporte 2 dias: R$140,00 (meia*) e R$280,00 (inteira)
1 dia: R$75,00 (meia*) e R$150,00 (inteira)

:: Camarote Pop Rock Bar Kaiser (open bar)
Passaporte 2 dias: R$220,00 (meia*) e R$440,00 (inteira)
1 dia: R$130,00 (meia*) e R$260,00 (inteira)

* A meia-entrada é válida para estudantes portando documento, menores de 21 anos
e maiores de 65 anos.

:: Ingressos já estão à venda na Central dos Eventos (Rua Fernandes Tourinho, 470/loja
12, Savassi) e nas lojas Mc Donald’s do BH Shopping, Minas Shopping, Shopping Cidade
e Savassi. Para assistir aos shows na maior mordomia, os convites para o Camarote
Oficial Burn também estão à venda nos mesmos locais. Outra ótima opção é o camarote
Pop Rock Bar Kaiser, cujos convites estão sendo vendidos no Pop Rock Bar, na Savassi,
ou pelo telefone (31) 3284-8006.



Estrutura
Para o sucesso total do Mix Rock Festival, a produção do evento não poupa esforços
e prepara o Mineirão para receber o público com todo o conforto e segurança. São bares,
banheiros químicos, praça de alimentação e toneladas de equipamentos de som
e iluminação. Tudo para transformar esse que é um dos maiores estádios de futebol
do mundo em uma grande arena do pop rock.
- Palco/medidas: Dois palcos de 17m de boca de cena x 11,7m de profundidade x 2,30m
de altura do chão x 8m de pé direito;
- Área de troca: Duas áreas de troca de 10m x 7,8m cada (comprimento x largura);
- House MIX monitor: Uma área de 10m x 7,8m (comprimento x largura);
- House Mix PA: Uma área de 7,2m x 8,2m – com dois pisos;
- Peso aproximado do equipamento de sonorização: 12,5 toneladas;
- Potência aproximada do equipamento de iluminação: 290.000 watts;
- Praticáveis: todos os móveis, marca FEELING - finalidade: dar agilidade às trocas
das bandas. Serão utilizadas 100 unidades pelos dois dias;
- Geradores: Quatro geradores serão usados no Mix Rock Festival, sendo três
de 250 Kvas, e um de 400 Kvas , garantindo a energia;
- Proteção do gramado: Serão utilizados “paletes” de madeirite calçados - que não têm
contado direto com o gramado.



Responsabilidade Socioambiental
Uma das preocupações dos organizadores do Mix Rock Festival é o que fazer com todo
o lixo coletado durante os dois dias do festival. Uma parceria com a ASMARE
– Associação dos Catadores de Papel, Papelão e Material Reaproveitável vai garantir
o recolhimento dos resíduos e destinar todo o material para a reciclagem, contribuindo
com o meio ambiente e com as famílias associadas à entidade.
( Noir Comunicação Total )

 

Sortimentos.com - 09/08/2006