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O mega evento é uma realização
da Rádio Mix FM e tem o patrocínio da
Coca-Cola,
Talk da Telemig Celular, Motorola e apoio da Lokamig
A Rádio Mix FM está preparando
uma estrutura para surpreender todo o público.
A maior novidade são dois palcos montados um
ao lado do outro, somando mais de 40
metros de boca de cena. “Toda a estrutura será
dobrada, eliminando assim o tempo
de troca entre os shows e possibilitando surpresas e
encontros inesperados entre
duas bandas”, afirma o diretor artístico
do Mix Rock Festival, Felipe Barreto.
“No festival da Mix, todas as bandas vão
se apresentar no palco principal, ou melhor,
nos dois. Os fãs vão ficar cara-a-cara
com o seu ídolo interagindo com as bandas através
de uma passarela na frente dos palcos”, completa.
Em cada dia do Mix Rock Festival
serão dez apresentações que começam
às 16h30. Os portões do Mineirão
serão abertos
às 15 horas.
Atrações
No sábado (26 de agosto), vão se revezar
nos palcos: Biquíni Cavadão, Charlie Brown
Jr.,
Cidade Negra, CPM 22, Detonautas, Hateen, Kamikaze,
Pato Fu, Skank e Titãs.
Já no domingo (27 de agosto), será a vez
de Armandinho, Capital Inicial, Dead Fish,
Kid Abelha, Los Hermanos, Lulu Santos, Paralamas do
Sucesso, O Rappa, Tianastácia
e Tihuana.
:: ARMANDINHO
Depois de dois discos lançados, que juntos superam
a marca 130 mil cópias vendidas,
o cartão de visitas do gaúcho de 36 anos,
queimado de sol e amante das ondas e das
pranchas é o CD “Armandinho ao Vivo”.
Gravado na bela Camboriú (SC), o álbum
revela
o que muita gente já sabe: Armandinho é
um hitmaker de mão cheia. Dono de um público
cativo que canta suas músicas de cor, Armandinho
chega seguro ao terceiro disco. Sem
se preocupar com rótulos, ele mira o foco em
seu público. As letras falam de sua vida
e das coisas que ele viveu. Agora, é embarcar
na levada de Armandinho e deixar a onda
te levar.
:: BIQUÍNI CAVADÃO
Com mais de 20 anos de carreira, o Biquíni Cavadão
apresenta no Mix Rock Festival
o seu último trabalho. “Biquíni
Cavadão Ao Vivo” é uma coletânea
das músicas que fazem
parte da nossa memória afetiva, como o primeiro
sucesso "Tédio" e outras como
"Timidez", "Impossível",
"Zé Ninguém", "Janaína"
e a versão da banda para "Chove
Chuva", de Jorge Ben Jor. É nas inéditas,
porém, que o Biquíni Cavadão se
mostra mais
revelador. As novas composições, parcerias
com Gian Fabra e Manno Góes, constatam
que a veia poética e melódica do grupo
se mantém firme e que o disco vai além
de uma
viagem ao passado. É o caso de "Dani",
que chegou a ser tema de um programa de
esportes em 2004, e das baladas "Vou Te Levar Comigo"
e "Quanto Tempo Demora
Um Mês".
:: CHARLIE BROWN JR.
O Charlie Brown Jr. passou por uma metamorfose no início
de 2005, mas não perdeu
sua identidade. Mesmo com a saída de três
integrantes da banda, o vocalista Chorão
resolveu seguir em frente tomando a decisão de
chamar outros músicos com afinidade,
técnica e vontade de encarar com humildade e
respeito milhares de fãs. Chorão costuma
dizer que o Charlie Brown Jr. não é seu
emprego, mas sim sua vida. Em 2006, a banda
deu início à temporada de shows que percorrerá
o Brasil e o exterior apresentando
a energia e a vibração que, através
da música, do skate e do graffiti, caracterizam
os espetáculos do Charlie Brown Jr. No Mix Rock
Festival não será diferente, pois
a banda conhece muito bem o público mineiro.
:: CIDADE NEGRA
Desde o primeiro show, na Baixada Fluminense, dezoito
anos atrás, o Cidade Negra
consolidou-se como um dos grandes e originais grupos
de reggae brasileiros. Essa
característica se mantém em seu mais recente
trabalho. “Cidade Negra”, oitavo álbum
do grupo, é um reggae bem pop, amaciado pela
voz de Garrido, que dá o tom certo para
canções como “Obrigado”, “Além
das Ondas” e “Dia livre”. Basta uma
audição para estas
faixas se instalarem em nosso inconsciente e de lá
não saírem mais nem arrastadas.
A primeira menciona Bob Marley para falar de amor (“Obrigado
por você existir/ Por você
estar do meu lado), a segunda fala numa pedra no meio
do oceano (“Seria Cortez? Afinal,
reggae e surfe rimam...”) e a terceira celebra
a alegria da periferia (“No bar do Eduardo
Neguinho/ Onde a massa se encontra pra bater um futebol/
É domingo regado de sol”).
O Cidade Negra sabe bem que pop não é
pecado.
:: CPM 22
Em 2001, o CPM 22 aparecia timidamente no cenário
do rock nacional. Porém, músicas
cheias de vigor como “Regina Let´s Go”,
“Tarde De Outubro”, “Anteontem”
e “O Mundo
Dá Voltas” acabaram angariando a simpatia
dos adolescentes e contagiando o país,
resultando em uma vendagem de 120 mil cópias.
A prova de fogo veio com o segundo
disco, “Chegou A Hora De Recomeçar”
(2002), sucesso com 180 mil cópias vendidas.
Dele, saíram faixas como “Desconfio”,
“Dias Atrás”, “Especial Como
Você”, “Ontem”
e “Não Sei Viver Sem Ter Você”.
O tempo na estrada só trouxe melhorias ao grupo,
a começar por Badaui que além de estar
mais solto, ampliando sua presença no palco,
agora obtém maior segurança para gritar
e variar o vocal. É o que ele faz com tremenda
propriedade em “Pensamentos Negativos”,
“Crise De Existência”, e “Reflexões”
– que
funciona como um banho de sal grosso e promete arder
nas feridas de muita gente.
Essas músicas fazem parte do álbum “Felicidade
Instantânea” (2005).
:: CAPITAL INICIAL
O novo show do Capital Inicial é o mais político
da carreira de Dinho Ouro Preto, Fê
Lemos, Flávio Lemos e Yves Passarel. E não
poderia ser diferente. O grupo, criado
nos anos 80, em Brasília, está rodando
o Brasil em um show com o repertório da banda
brasiliense Aborto Elétrico. Na primeira parte
do show, o repertório se baseia em músicas
do Aborto: “Que País é Este?”,
“Geração Coca Cola”, “Química”,
“Conexão Amazônica”,
“Fátima” e as inéditas “Love
Song” e “Anúncio de Refrigerante”.
Na segunda parte
do show entra em cena o repertório dos últimos
discos lançados pela banda (“Gigante”,
“Rosas e Vinho Tinto”, “Acústico
MTV” e “Atrás dos Olhos”).
:: DEAD FISH
”Dedo no olho”. Esta seria uma boa tradução
para o que a banda Dead Fish provoca.
Enquanto o cenário alternativo brasileiro cresce
com bandas, festivais e milhares
de lançamentos independentes, o rock capixaba
garante seu lugar ao som – e ao sol.
De álbum novo, com arranjos maduros, bem afiados,
a banda apresenta agora um CD
cinza com energia positiva. “Um Homem Só”
é o sexto álbum do Dead Fish e tem na
mira
o indivíduo, trazendo algumas músicas
que já mostram um rock que comunica com
determinação e lucidez.
:: DETONAUTAS ROQUE CLUBE
Um grupo que se formou no inusitado campo virtual da
internet, batalhou e adquiriu
experiência nas garagens do rock underground,
e hoje, dia após dia, show após show,
disco após disco, se firma como um dos maiores
e melhores no cenário nacional. Esse
é o Detonautas Roque Clube: uma banda que produz
um rock atual, numa química
perfeita entre sinceridade e atitude, e que, com muito
trabalho e determinação,
conquista seu espaço e transmite sua mensagem.
Formado por Tico Santa Cruz no vocal,
Renato Rocha e Rodrigo Netto nas guitarras, Tchello
no baixo, Fábio Brasil na bateria
e o DJ Cleston nas pick ups e na percussão, o
Detonautas Roque Clube traz na bagagem
três CDs - “Detonautas Roque Clube”,
“Roque Marciano” e o mais recente,
“Psicodeliamorsexo&distorção”.
:: HATEEN
Influenciados pelo punk rock, hardcore e indie rock,
o Hateen, formado na Zona Leste
de São Paulo em 1994 manteve um estilo próprio,
principalmente em suas letras,
e por isso tem um grande envolvimento com seu público,
que se identifica com elas.
A atual formação conta com o “hit
maker” Rodrigo Koala (guitarra e vocal), Ricardo
Di
Roberto, Japinha (bateria), Fernando Sanches (baixo)
e Fabrízio Martinelli (guitarra).
Em 2006, o Hateen parte pra uma nova fase, com a inclusão
de composições em
português e o trabalho de divulgação
do seu mais novo trabalho “Procedimentos
de Emergência”.
:: KAMIKAZE
Após participar de uma coletânea da BMG
“Rock Forte”, o Kamikaze gravou seu primeiro
álbum, em 1990, intitulado “Kamikaze II”,
pela Cogumelo Records. Em 1994 o Kamikaze
se reunia novamente para gravar seis faixas, com diversas
parcerias. Daí surgem “Meia
Noite”, “A Madrugada Só Mentiu”,
“Não Volta Não”, “Proxenetas”
e ainda “Nunca Se Viu”
e “Não Há Lugar”. No ano 2000
a Cogumelo Records lançava uma coletânea
do Kamikaze,
resgatando o trabalho de uma das melhores bandas de
rock do Brasil. Quatro anos
depois o Kamikaze volta à ativa para gravar um
novo CD. O trabalho conta com diversas
parcerias, como Chico Amaral, Affonsinho (ex-Hanói-Hanói),
o poeta Paulo Leminski
e o escritor Délcio Vieira Salomon, dentre outros
nomes da cena cultural mineira.
O trabalho independente surge com treze novas canções
autorais e uma regravação
de “She Drives Me Crazy” e vem assinado
pelos próprios músicos do Kamikaze,
que não pouparam esforços no refinamento
da qualidade do som.
:: KID ABELHA
Com 23 anos de estrada, o Kid Abelha gravou treze álbuns
de estúdio, três ao vivo e 2
DVD´s ao vivo. À frente da banda, Paula
Toller (cantora), George Israel (sax, violão
e vocais) e Bruno Fortunato (guitarra e violão),
inscreveram várias canções na história
do pop rock nacional, sendo apontados como uma verdadeira
“fábrica de hits”. Dois anos
e meio depois do mega-sucesso do “MTV Acústico”,
o Kid Abelha lança o seu novo CD
de inéditas. “Pega Vida”, que tem
um repertório consistente que continua a embalar
os seus fãs pela terceira década consecutiva,
voltando a produzir momentos marcantes
na canção pop brasileira.
:: LOS HERMANOS
Quando Anna Julia estourou nas paradas, o Los Hermanos
já era conhecido
no underground carioca. Em 1998, já com a formação
atual, gravaram duas demos:
Amor e Folia e Chora, que aos poucos foram se espalhando.
Em 2001, após a saída
do baixista Patrick - que não foi substituído
oficialmente - o grupo lançou o álbum
“Bloco do Eu Sozinho”, mais reflexivo e
elaborado que o primeiro CD. Após a falência
da Abril Music, Los Hermanos lançam em 2003,
pela BMG, sua nova gravadora, o CD
“Ventura”, que vendeu 70 mil cópias.
Em 2005 lança o “4”. O número
denomina um disco
em que a intenção é ser simples.
Em épocas anteriores havia uma intensidade
quantitativa no que se referia aos arranjos, em “4”
a intensidade está nas lacunas.
É possível dizer que no “Bloco”
as músicas se submetam aos arranjos, e que no
“Ventura”
os arranjos se submetam às músicas, no
“4” as músicas e os arranjos são
uma só coisa,
não há distinção.
:: LULU SANTOS
Um dos mais populares artistas brasileiros Lulu Santos
foi um roqueiro precoce.
Aos doze anos tocava com os Cave Man, banda de cover
dos Beatles. Ao longo dos anos
de 1970, emprestaria sua guitarra ao Albatroz, Veludo
Elétrico, Veludo e Vímana,
no qual tocou com o então flautista Ritchie e
o baterista Lobão. Depois de um tempo
como músico free-lancer, estreou carreira solo,
com o nome de Luís Maurício, lançando
um compacto. Em 1981, já como Lulu Santos, lançou
o compacto com “Tesouros
da Juventude”, parceria com o jornalista e produtor
Nelson Motta. Em 1982, lançou
seu LP de estréia, “Tempos Modernos”,
cuja faixa-título se tornaria seu primeiro grande
hit. Depois disso o sucesso não mais parou. Em
seu mais recente trabalho, o CD "Letra
e Música", lançado em 2005, produziu
e arranjou 11 das 13 faixas presentes no álbum.
O disco traz diversas canções inéditas,
como “Vale de Lágrimas”, “De
Cor”, “Din-Don”
e “Circular”.
:: PARALAMAS DO SUCESSO
Três rapazes de classe média que tinham
em comum o amor pelo rock, reggae e ska
– Herbert Vianna, Bi Ribeiro e João Barone
– formaram Os Paralamas do Sucesso
no início dos anos 80 inspirados pela sonoridade
de grupos como “The Police”,
“The Beat” e “The Specials”,
que reciclavam os ritmos criados na Jamaica.
Impulsionados pelo talento e pelo interesse no nascente
fenômeno do Rock Brasil,
gravaram o primeiro LP “Cinema Mudo”, em
1983, e estouraram com músicas como
“Vital e Sua Moto” e “Patrulha Noturna”.
A partir disso Os Paralamas do Sucesso
fizeram uma grande carreira. Em fevereiro de 2001, por
causa de um trágico acidente
Herbert Viana quase deixou a música brasileira
de luto. Tem sido uma jornada difícil
desde então devido às seqüelas do
acidente: Herbert está numa cadeira de rodas
e ainda não recuperou plenamente as funções
cerebrais, mas nada disso o incapacitou.
Fazer música é o melhor remédio
para Herbert Vianna.
:: PATO FU
O Pato Fu é uma banda da qual se espera tudo.
Não qualquer coisa, mas tudo. Então não
custa nada lembrar: o Pato Fu é aquela banda
de triunfos radiofônicos como “Depois”
e emocionais como “Canção Pra Você
Viver Mais”. Seus discos vão do experimentalismo
pop de “Ruído Rosa” ao campeão
de audiência “Televisão De Cachorro”.
Seu “MTV
Ao Vivo” tem a classe de um concerto de orquestra
de câmara e ao mesmo tempo
a festa de uma banda num clube lotado. É a única
banda brasileira capaz de compor
e gravar uma música em japonês e ainda
transformá-la em hit, “Made In Japan”.
Em seu último trabalho “Toda Cura Para
Todo Mal”, Fernanda Takai mostra que atingiu
sua maioridade como cantora. Leva o ouvinte pra onde
quer. Faz todo mundo bater
palmas e cantar “Uh Uh Uh, La La La, Ié
Ié!”, pra depois engolir a emoção
a seco
em “Sorte e Azar”.
:: O RAPPA
Banda carioca formada em 1993 por músicos que
gostavam de reggae e música africana:
o baixista Nelson Meireles (produtor do Cidade Negra),
o baterista Yuka e o guitarrista
Xandão (ambos ex-KMD5) e o tecladista Lobato
(ex-Africa Gumbe). Por intermédio
de um anúncio de jornal, chegaram ao vocalista
Falcão, que completou a formação
d'O Rappa. A banda gravou em 1994 seu primeiro disco,
“O Rappa”, que passou
em branco pelas rádios. Em 1996, com Lauro Farias
no lugar de Nelson, voltou
à carga com “Rappa Mundi”, que surpreendeu
os ouvintes com uma poderosa fusão
de reggae, rock, samba e música africana com
toques eletrônicos. Em novembro
de 2000, o baterista Yuka foi baleado em uma tentativa
de assalto no Rio de Janeiro.
Lobato, o então tecladista da banda, assumiu
a bateria e O Rappa voltou a tocar.
Depois de muito sucesso lançou o aguardado “Acústico
MTV”, diferente de qualquer
outro projeto do grupo. O disco trouxe também
novos arranjos, releituras de sucessos
antigos, além de duas inéditas "Na
Frente do Reto e "Não Perca as Crianças
de Vista".
:: SKANK
O Skank nasceu em 1991, em Belo Horizonte, a mesma cidade
que deu ao mundo Milton
Nascimento e Sepultura. Ao centro da harmonia de um
e a energia de outro, o grupo
começou movido pelo interesse em transportar
o clima do dancehall jamaicano para
a tradição pop brasileira. Lançou
seu primeiro álbum de forma independente - mas
o sucesso underground despertou o interesse da poderosa
Sony Music. Seu segundo
disco, de 1994, foi o trampolim para o estrelato: mais
de 1 milhão de cópias
de “Calango” e top-hits como "Jackie
Tequila" e "Te Ver". O álbum abriu
as portas
para uma nova geração de bandas brasileiras
atentas às novidades do rock mundial e,
ao mesmo tempo, curiosa com as raízes da tradição
local. Depois vieram “O Samba
Paconé”, “Siderado”, “Maquinarama”,
“Ao Vivo Ouro Preto” e “Cosmotron”.
O Skank
finaliza o seu sétimo disco de carreira, que
já tem título definido - “Carrossel”.
:: TIANASTÁCIA
Se há um sinônimo rock´n roll para
Belo Horizonte, é o Tianastácia. O primeiro
CD
“Acebolado” saiu em 1996, com 15 faixas,
destacando-se “Pingaoplim”. Em 1998,
já com a dupla Podé e Maurinho nos vocais
a banda lançou o álbum “Tianastácia”,
cujas músicas de trabalho foram “Jesus
Cristinho” e “Abriu os Olhos”. Em
1999 lançou
o “Tá Na Boa”, exibindo uma veia
roqueira inspirada em Led Zeppelin, Black Crowes,
Pearl Jam, Mutantes, Secos e Molhados, Beatles e Stones.
Destaque para a faixa
“Conto de Fraldas”. Em 2001 veio o trabalho
mais diversificado. “Criança Louca”
é ora mais folk, ora distorcido, às vezes
mais sério, outras galhofeiro, indo do blues
ao reggae, do Hard Rock ao Zen-Surfismo. Em 2005 lança
o “Na Boca do Sapo tem
Dente”, com algumas parceiras como a de Rogério
Flausino, Márcio Buzelin, Chico
Amaral, Paulinho Santos e Tom Zé. O Tianastácia
apresenta no Mix Rock Festival
o seu mais recente trabalho. “Tianastácia
ao Vivo” traz todo o carisma do grupo
e reúne os maiores sucessos de sua carreira.
:: TIHUANA
Formada em 1999 por Egypcio (vocal), Baia (percussão),
Roman (baixo), Léo (guitarra)
e P.G. (bateria), o Tihuana é uma mistura de
carioca, paulista, argentino e baiano que
fazem uma música criativa com uma pegada agressiva.
A originalidade de suas letras,
a capacidade de criar melodias que ficam na cabeça
das pessoas e a qualidade de suas
canções fizeram com que o grupo fosse
descoberto pela gravadora Virgin. Com o quarto
CD lançado eles mostram que sempre se reinventam
e neste disco inovam com toda
a força das guitarras. O Tihuana tem uma pitada
de surf music, funk e musica latina,
sem esquecer das baladas, como a “Como Eu Queria”,
que são marcas registradas
da banda.
:: TITÃS
Um dos maiores representantes do rock nacional o Titãs
apresenta para o público do Mix
Rock Festival o seu mais novo trabalho. O CD “MTV
Ao Vivo Titãs” é uma miscelânea
de pegadas rock, balada, punk e reggae. Branco Melo
(baixo e vocal), Charles Gavin
(bateria), Paulo Miklos (vocal, gaita e guitarra), Tony
Bellotto (guitarra) e Sérgio Britto
(vocal e teclado) relacionam-se naturalmente, nas músicas
incluídas no “MTV Ao Vivo”,
com as diversas fases pelas quais passaram, momentos
internos e externos da banda,
do mundo e do país. O resultado é a mistura
de poesia, existencialismo e reflexão social,
em músicas que vêm fazendo sucesso desde
o disco "Televisão" (1984), até
o álbum
"Como Estão Vocês" (2003), além
de três músicas inéditas: “Vossa
Excelência”,” Anjo exterminador”
e “ O inferno são os outros”.
Preços dos ingressos de Pista e dos Camarotes:
:: Pista
Passaporte 2 dias: R$65,00 (meia*) e R$130,00 (inteira)
1 dia: R$35,00 (meia*) e R$70,00 (inteira)
:: Camarote Oficial Burn
Passaporte 2 dias: R$140,00 (meia*) e R$280,00 (inteira)
1 dia: R$75,00 (meia*) e R$150,00 (inteira)
:: Camarote Pop Rock Bar Kaiser (open bar)
Passaporte 2 dias: R$220,00 (meia*) e R$440,00 (inteira)
1 dia: R$130,00 (meia*) e R$260,00 (inteira)
* A meia-entrada é válida para estudantes
portando documento, menores de 21 anos
e maiores de 65 anos.
:: Ingressos já estão à venda na
Central dos Eventos (Rua Fernandes Tourinho, 470/loja
12, Savassi) e nas lojas Mc Donald’s do BH Shopping,
Minas Shopping, Shopping Cidade
e Savassi. Para assistir aos shows na maior mordomia,
os convites para o Camarote
Oficial Burn também estão à venda
nos mesmos locais. Outra ótima opção
é o camarote
Pop Rock Bar Kaiser, cujos convites estão sendo
vendidos no Pop Rock Bar, na Savassi,
ou pelo telefone (31) 3284-8006.
Estrutura
Para o sucesso total do Mix Rock Festival, a produção
do evento não poupa esforços
e prepara o Mineirão para receber o público
com todo o conforto e segurança. São bares,
banheiros químicos, praça de alimentação
e toneladas de equipamentos de som
e iluminação. Tudo para transformar esse
que é um dos maiores estádios de futebol
do mundo em uma grande arena do pop rock.
- Palco/medidas: Dois palcos de 17m de boca de cena
x 11,7m de profundidade x 2,30m
de altura do chão x 8m de pé direito;
- Área de troca: Duas áreas de troca de
10m x 7,8m cada (comprimento x largura);
- House MIX monitor: Uma área de 10m x 7,8m (comprimento
x largura);
- House Mix PA: Uma área de 7,2m x 8,2m –
com dois pisos;
- Peso aproximado do equipamento de sonorização:
12,5 toneladas;
- Potência aproximada do equipamento de iluminação:
290.000 watts;
- Praticáveis: todos os móveis, marca
FEELING - finalidade: dar agilidade às trocas
das bandas. Serão utilizadas 100 unidades pelos
dois dias;
- Geradores: Quatro geradores serão usados no
Mix Rock Festival, sendo três
de 250 Kvas, e um de 400 Kvas , garantindo a energia;
- Proteção do gramado: Serão utilizados
“paletes” de madeirite calçados -
que não têm
contado direto com o gramado.
Responsabilidade Socioambiental
Uma das preocupações dos organizadores
do Mix Rock Festival é o que fazer com todo
o lixo coletado durante os dois dias do festival. Uma
parceria com a ASMARE
– Associação dos Catadores de Papel,
Papelão e Material Reaproveitável vai
garantir
o recolhimento dos resíduos e destinar todo o
material para a reciclagem, contribuindo
com o meio ambiente e com as famílias associadas
à entidade.
( Noir Comunicação Total )
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